Se este espaço surge como centro de escárnio e mal-dizer, serve também para reflectirmos um pouco sobre o que se passa à nossa volta e neste momento tenho que deixar um profundo (mas curto, uma vez que não estou com as minhas faculdades no seu melhor e não quero postar escrituras ilógicas) agradecimento às minhas companheiras de guerra, de luta diária, que tanto apoio me têm dado, cada qual à sua maneira, mas sempre com as melhores intenções. Todos os animais desta selva e, que nos encontramos têm procurado, de uma forma ou de outra, lamber-me as feridas (ou ajudar-me a fazê-lo) e isso não tem preço.
Muito obrigada, do fundo do coração.
P.S.: Quando passar esta fase, pensarei em algo mais profundo (mas não menos sentido) para partilhar convosco. Por agora, remeto-me à insignificância do meu silêncio que, esperemos, não seja tão prolongado quanto se avizinha.
terça-feira, 29 de setembro de 2009
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